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Tec Dica

Tecnologia para todos

Author: Lucas Agrela

Como acabar com o spam no seu e-mail em poucos instantes

24/08/2015 by Lucas Agrela

Se você usa o seu e-mail com frequência para comprar online ou para se cadastrar em serviços gratuitos, provavelmente você tem um caixa de entrada cheia de mensagens enviadas por empresas das quais você nem se lembra mais. Para lidar com esse problema dos tempos em que “tudo é grátis, desde que você nos dê seus dados”, existe o Unroll Me.

Em poucos instantes a sua caixa de entrada pode estar livre do spam que você levou anos para acumular. O processo, como sempre, é gratuito e para usá-lo, você precisa informar o seu endereço de e-mail para o site (pausa para apreciar a ironia disso). Apesar dessa incongruência, o serviço funciona bem e ainda não recebemos spam algum vindo dele. Ou seja, aparentemente, o serviço é realmente gratuito e ajuda você a retomar as rédias da sua caixa de entrada.

1 – Os passos são bastante simples. Primeiro, clique em “Get started now”.

UnRoll-Me-Principal

2 – Informe o endereço de e-mail que você quer deixar livre de mensagens indesejadas.

3 – Após esperar por alguns minutos, selecione na lista o que fica e o que sai da sua lista de mensagens automáticas.

4 – Pronto, seu e-mail estará livre de spam a partir de agora.

Esse vídeo, em inglês, mostra ilustra bem para que serve o Unroll Me, caso você não tenha entendido o post ou tenha pulado aqui para o final procurando um vídeo explicativo:

Unroll.me from Unroll.me on Vimeo.

Posted in: Tutoriais Tagged: acabar com o spam, caixa de entrada, e mail, Gmail, hotmail. msn, outlook, spam, tirar spam, unroll me, yahoo

Os 25 aplicativos mais usados nos Estados Unidos

23/08/2015 by Lucas Agrela

A consultoria de audiência comScore divulgou uma lista dos 25 aplicativos mais usados nos Estados Unidos. O levantamento mostra que pouca coisa mudou nos últimos tempos. O Facebook e o Google continuam a ser os principais donos de aplicativos no mercado americano. O Google detém cinco do que estão no top 10 (YouTube, Google Search, Google Play, Google Maps e Gmail), enquanto o Facebook é responsável por dois (Facebook e Instagram) .

A dominância do Google nesse segmento se dá por um motivo muito simples: todos os celulares com sistema Android vêm com os apps mencionados na lista da comScore pré-instalados. O Facebook também mantém alguns acordos com operadoras de telefonia móvel para colocar os seus aplicativos nos aparelhos, mas a empresa tem também a vantagem de ter mais de 1 bilhão de usuários ativos mensalmente em sua rede social (algo que o Google nem sonha ter no Google+) e mais de 300 mil no Instagram.

Algo curioso de se notar nessa lista é que os jogos não aparecem. O mais intrigante é que os games são responsável por 11% do tempo que os americanos passam usando o smartphone. Mas poucos games atingiram um sucesso retumbante de longo prazo nos celulares. Basta lembrarmos de Flappy Bird, que atingiu um hype explosivo no início de 2014 e agora pouco se fala (ou se joga) sobre ele. Alguns dos games mais populares no longo prazo são Words With Friends, Trivia Crack e Clash of Clans.

Mais duas coisas para se notar: O YouTube é o líder disparado no mercado de vídeos na web, apesar da Netflix ter seu app na lista como o mais popular entre os que requerem assinatura mensal. O Snapchat ainda tem um longo, longo caminho a percorrer se quiser tomar a liderança do Google nessa área.

O último detalhe que merece atenção é: onde está o WhatsApp?

Aplicativos de mensagens que substituem SMS não são muito populares nos Estados Unidos. Isso porque os iPhones têm preços muito mais baixos do que no Brasil (e em vários outros países) e, por conta disso, o iMessage – que também é gratuito, mas só entre iPhones – é muito usado.

Posted in: Aplicativos Tagged: aplicativos mais usados, aplicativos mais usados eua, aplicativos mais usados nos estados unidos, comScore, Estados Unidos, EUA, iOS, iPhone, WhatsApp

Como usar o WhatsApp Web no iPhone

23/08/2015 by Lucas Agrela

Depois de muito tempo, o WhatsApp finalmente ganhou uma versão para a web que é compatível com iPhones. A novidade ainda requer que você tenha o aplicativo instalado no seu celular – e ele precisa estar na mesma rede Wi-Fi que o seu computador.

A maneira de funcionamento da WhatsApp no navegador usando um iPhone é bem parecida com a que vimos no Android e no Windows Phone. Vamos ao passo a passo para que não fique nenhuma dúvida.

1 – Com o WhatsApp instalado no iPhone, vá até o seu computador ou notebook, abra o navegador e vá para web.whatsapp.com.

2 – Na página, você verá um QR code, que é um link em formato de imagens (algo como um código de barras digital). Pegue o seu iPhone, abra o WhatsApp, clique no menu “Ajustes” e depois em “WhatsApp Web”.

3 – Aponte a câmera principal do iPhone para o QR code na tela do seu computador.

4 – Nesse ponto, tudo já deverá estar funcionando. Tudo que está no seu aplicativo no celular será mostrado no PC. Você poderá escrever mensagens de maneira mais confortável, em um teclado (bem) maior.

E você, o que achou do WhatsApp Web? Ele deveria ter uma versão completamente independente do celular? Deixe sua opinião abaixo.

Posted in: WhatsApp Tagged: como ativar o WhatsApp Web, como usar o WhatsApp no computador, como usar o WhatsApp no PC, como usar o WhatsApp Web, iOS, iPhone, tutorial, WhatsApp, WhatsApp no iOS, WhatsApp no iPhone

Zeblaze Crystal Smart, um relógio de menos de R$ 200 que mede batimentos cardíacos

21/08/2015 by Lucas Agrela

Dando continuidade na série de posts sobre relógios inteligentes de baixo custo, o TecDica apresenta hoje o Zeblaze Crystal Smart. Esse aparelho, à venda na China e compatível com Android e iOS, custa menos de 200 reais e consegue reunir praticamente todas as funções de um smartwatch mais caro.

Quem está sempre de olho na balança tem o auxílio do relógio para saber quantos passos por dia está dando e quantas calorias foram gastas. A OMS recomenda que andemos 10 mil passos ao dia para mantermos a saúde no longo prazo. Fica difícil saber se você cumpre essa meta fitness se não tiver um gadget sempre com você para medir isso. Afinal, é mais fácil ter um relógio no pulso do que um celular no bolso na hora de correr.

O visual do Zeblaze Crystal chama a atenção pela beleza, em vez de se destacar por parecer um trambolho no pulso. Com tela abalroada de 1,54 polegada com resolução de 240 x 240 pixels, o smartwatch tem pulseira de couro, como qualquer outro relógio comum.  Seu case é feito de aço inoxidável, o que garante a resistência necessária para o uso diário.

Um recurso pouco comum nos smartwatches é o sensor que mede batimentos cardíacos. Este aparelho também se destaca por isso. Uma pequena câmera mede o fluxo sanguíneo do usuário para descobrir qual é o seu BMP. Vale notar que o recurso funciona com o braço imóvel, como acontece com a grande maioria dos relógios inteligentes que não são exclusivamente voltados para atividades físicas.

O relógio também oferece diferentes visuais, as chamadas faces de relógio (watchfaces). Com isso, você pode trocar de interface sempre que enjoar da que está usando, ou simplesmente usar um look novo por dia.

O Zeblaze Crystal tem integração com celulares Android ou iPhones. É neles que ficam os dados coletados pelo relógio, tudo fica centralizado em um aplicativo, que tem versão em inglês. As notificações que chegam no smartphone são espelhadas no smartwatch para que você não precise pegar nada no bolso para saber quem está falando com você.

O Zeblaze Crystal está em fase de pré-venda na Gear Best, uma loja chinesa que oferece frete gratuito para o Brasil. O preço normal do aparelho é de 64,99 dólares (224 dólares, na cotação atual), mas você pode usar o código “ZC” na hora de finalizar a compra para pagar menos: 54,99 dólares (193 reais). A pré-venda termina no dia 1 de setembro, quando os produtos comprados começam a ser enviados.

Tire todas as suas dúvidas com a empresa antes da compra para que não haja nenhum imprevisto. A equipe da Gear Best responde as dúvidas na própria página do produto, bem ao estilo Mercado Livre.

Aviso: Existe a possibilidade de você ser taxado pelo governo brasileiro. Se isso acontecer (o que é sempre é uma roleta russa), você terá que pagar 60% a mais do que pagou pelo produto. Só que mesmo que isso ocorra, você será o proprietário de um smartwatch que terá custado menos de 500 reais.

Posted in: Gadgets Tagged: Android, China, iOS, relógio, Smartwatch, Zeblaze Crystal Smart

Artigo: Migração de bancos de dados para a nuvem

20/08/2015 by Lucas Agrela

Por Gerardo Dada, vice-presidente de marketing e estratégia de produtos de bancos de dados da SolarWinds

Com sua economia de custos e maior flexibilidade e agilidade, a nuvem está atraindo muitas organizações como uma alternativa para a implantação de novos aplicativos, incluindo aqueles com altos requisitos de desempenho de banco de dados. Embora há alguns anos isso tivesse aterrorizado qualquer administrador de banco de dados, hoje representa uma opção muito mais viável. Considere que a empresa de pesquisa TechNavio prevê uma taxa de crescimento anual agregada de 62% do mercado global de bancos de dados baseados na nuvem até 2018.

Entretanto, isso não significa que não existam novas complexidades e desafios associados aos bancos de dados baseados em nuvem com os quais ainda é preciso lidar. Dessa forma, quando chega o momento de efetivamente migrar seus aplicativos e os bancos de dados que os respaldam, muitas organizações ainda não sabem por onde começar. Talvez você se enquadre nessa categoria. Para ajudar, apresentamos algumas importantes considerações que você deve ter em mente ao pensar em migrar bancos de dados para a nuvem.

Liberte-se do medo
Ainda ouço muita gente dizer que a nuvem é lenta demais para as suas necessidades de bancos de dados. Há alguns anos, os sistemas de armazenamento compartilhados na nuvem apresentavam um desempenho muito imprevisível, o que às vezes implicava em uma grande desaceleração. No entanto, a arquitetura dos sistemas de armazenamento na nuvem de hoje, com frequência baseada em unidades SSD, instâncias otimizadas para armazenamento e opções com desempenho garantido, oferece até 48 mil IOPS, um desempenho mais do que suficiente para atender aos requisitos da maioria das organizações. Em alguns casos, é até mais fácil obter um desempenho mais alto na nuvem, visto que as opções pré-configuradas podem ser mais rápidas do que muitos sistemas locais.

Saiba do que você precisa
Talvez a melhor maneira de se libertar dos receios com relação ao desempenho é compreender realmente quais são os requisitos de desempenho de seu banco de dados na nuvem. Esse conhecimento, combinado com a compreensão de como as opções de nuvem disponíveis podem não apenas atender a essas necessidades, mas excedê-las, pode contribuir muito. A questão é: como realmente saber do que você precisa? A melhor maneira de descobrir é observar quais são os requisitos atuais de recursos de banco de dados de seus aplicativos, o que inclui:

· CPU, armazenamento, memória, latência e taxa de transferência do armazenamento (IOPS podem ser enganosos)
· Informações detalhadas sobre desempenho da análise do tempo de espera
· Crescimento planejado do armazenamento e requisitos de backup
· Flutuação esperada dos recursos com base no uso de pico do aplicativo ou em processos em lote
· Requisitos de segurança, incluindo criptografia, acesso etc.
· Requisitos de disponibilidade e resiliência, como backups, dispersão geográfica e espelhamento
· Dependências de conexão de dados, especialmente de sistemas que não estão na nuvem

Uma das vantagens da nuvem é a capacidade de dimensionar os recursos dinamicamente. Assim, em vez de ser a fonte de preocupações com a incerteza do desempenho, ela pode na verdade proporcionar a tranquilidade de que a quantidade certa de recursos pode ser alocada a seus aplicativos para garantir o desempenho adequado. Contudo, sem um conhecimento claro de onde estão os congestionamentos de acordo com uma análise de espera adequada, acaba-se gastando demais com recursos de nuvem, até mesmo sem o benefício de desempenho esperado.

Deixar de planejar é planejar o fracasso
O velho ditado continua verdadeiro, especialmente quando a questão é escolher seu modelo de implantação na nuvem. Por exemplo, o Banco de dados como serviço (DBaaS) oferece simplicidade na implantação, automação e um serviço gerenciado. Aproveitar a Infraestrutura como serviço (IaaS) é uma alternativa para a execução de instâncias de banco de dados em servidores na nuvem que proporciona mais controle e se parece mais com uma implementação tradicional nas próprias instalações. Também há diversas opções de armazenamento, incluindo armazenamento em blocos, unidades SSD, garantia de IOPS, conexões dedicadas e instâncias otimizadas para bancos de dados. Visto que a nuvem é, em sua maior parte, um ambiente compartilhado, também é importante compreender e testar a consistência e variabilidade do desempenho, não apenas o desempenho teórico de pico.

Experimente antes de comprar
Com novas opções e recursos disponíveis em minutos e a um baixo custo, aproveite a nuvem e experimente! Da mesma forma como você faria o “test drive” de um automóvel antes de comprá-lo, faça o mesmo com a nuvem. Em apenas uma hora, você pode configurar um banco de dados de prova de conceito por um custo mínimo. Se desejar, só é preciso um pouco mais de tempo e dinheiro para criar uma cópia em uma área restrita do banco de dados real de sua organização para testar funções e opções de implantação específicas e ver como será a operação de seu banco de dados específico na nuvem.

Não hesite em fazer perguntas
Por mais que fosse desejável, não existe um plano que resolva todos os possíveis problemas ou casos de uso de migração para a nuvem. A maioria dos provedores de serviços de nuvem oferece orientações para migração e arquitetura. Não hesite em pedir ajuda. Também é uma boa ideia executar um espelho de seu sistema interno na nuvem por algum tempo antes de concluir a transição.

Embora estas práticas recomendadas de planejamento e migração (ainda) não façam de você um especialista, levá-las em consideração deve ajudá-lo a dar os primeiros passos. Não aproveitar a nuvem pode representar a perda de uma oportunidade. Experiência na nuvem é boa para qualquer profissional e logo será necessária para sua carreira.

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Afinal, para que servem os Chromebooks?


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